25/01/2010

Speechless

Walk

Dance

Listen

Read

Think

Write a letter

Love

Love more

Believe

Watch

Make friends

Don´t give up

Get up

Don´t panic

Take off you shoes

Relax

Stay beautiful

21/01/2010

3.4

Eu tenho um post melhor na manga, mas dadas as circunstâncias e o teor alcoolico no sangue, tudo que eu posso dizer é que sim, eu amo você!

Obrigada pela minha primeira festa surpresa em 34 anos de vida.

Lov´ya!

15/01/2010

Correndo…

…porque 2010 mal começou e eu já estou atola de coisas no trabalho. Preciso fazer um curso de organização de tempo. Ou ter mais tempo. Tipo Unibanco 30 horas. Enfim. Primeiro post de merda do ano, mas prometo melhorar. Aliás, um dos meus objetivos para 2010 era melhorar a qualidade dos posts desse blog, se é que eu tenho capacidade pra isso. Por ora sofro de dislexia quanto a teclados, já que esse aqui de casa é bem diferente do que eu uso na agência. Parece idiotice mas eu juro que não é.

Vou aproveitar a inutilidade do meu post inaugural desse ano novo tão promissor e dizer que dia 20, quarta que vem, é meu níver. Como em todos os anos, repito: não mandem parabéns porque fazer 34 anos não é legal que nem fazer 24, então mandem dinheiro. Tô na precisão.

Um beijo no corassaum!

30/12/2009

Saldão do reveillon

Aí o ano tá acabando e as retrospectivas em blogs estão por toda a parte, tipo espírito natalino, se é que isso existe mesmo. Eu não ia fazer a minha, mas o ano foi bastante “aprazível”, de modo que não custa perder dois minutos com ele. Ao longo desses quatros anos de blog, acho que conquistei alguns leitores fiéis e outros nem tão fiéis, mas que vez em quando pipocam na caixa de comentário. Sem falar nos leitores silenciosos, que vem aqui como “voyer” e não comentam nunca. Tem ainda aqueles que vem só pra saber se eu já me fodi grandão. Pra esses eu deixo aqui um oi, não me fodi ainda, mas voltem sempre e grata pela preferência. (Nota: é bem provável que essas pessoas – que supostamente vem aqui pra saber se eu me fodi – nem existam, mas eu tenho mania de perseguição e sempre acho que alguém quer que eu me foda, daí não vou largar a tradição justo no final do ano, né?)

E já que vocês estão por aqui quase sempre, sabem tudo o que aconteceu esse ano comigo. A pauta principal de 2009 nesse blog chinfrim foi trabalho. Comecei no Coxinha Inc., aí recebi uma proposta pra ganhar mais dinheiros, mudei de escritório, fui despedida, fiz duzentas mil entrevistas até ser contratada numa agência. Finalmente puder dar aquela banana gigante pra Ordem dos AdEvogados do Brasil. Passem bem com seus ternos, abraços! Tá, eu não tô rica, na verdade meu orçamento ficou bem mais magro do que ele era no começo do ano. Mesmo assim, não há motivos pra chorar. Dinheiro é só uma consequência natural de um trabalho bem feito. E isso acho que eu consigo. Então fecho o ano muito feliz no meu emprego novo – mais que isso, com minha profissão nova.

No mais, nada de ruim aconteceu. Não tive decepções, não passei fome, ninguém que eu ame muito morreu e também não precisei bater em amigos nem desmanchar laços. Pelo contrário, esse ano foi um ano em que laços se fortaleceram. Estou mais próxima do que nunca da minha mãe, fiz amigos incríveis e fiquei mais íntima (haha) das pessoas que ajudaram 2009 ser um dos melhores anos da minha vida.

Antes que eu me esqueça, quero registrar que esse ano eu gritei com padrasto. Gritei muito. Acho que em mais de 20 anos de relacionamento eu nunca tinha gritado com ele assim. Foi muito, muito bom. Já tá na hora dele aprender a me respeitar mais como a filha que ele sempre insistiu em dizer que eu era, mas que na verdade eu nunca fui (momento desopile seus anos de repressão).

Saldo positivo, fecho a lojinha desejando que 2010 seja tão bom pra você como 2009 foi pra mim. Sintam-se abraçados!

_____o_____

29/12/2009

Pra não perder o mojo do rancor

Você pode mudar de emprego, de profissão, de cidade, estado, país e até de sexo, mas cliente será sempre cliente.

Tomarnocu!

24/12/2009

Para: Papai Noel

E aí bom velhinho, como vai o Senhor? Passou bem o ano? Alimentou suas renas direitinho? Fico feliz por te encontrar outra vez. É, eu sei. Tivemos nossas desavenças ano passado, mas fui perdoada. Tanto que esse ano você foi muito bondoso comigo. Não vou ser humilde e dizer que você foi até mais legal do que eu merecia, pois já fazia tempo que eu andava merecendo coisas legais.

Não vou me alongar aqui, pois estou muito cansada. E nem de longe isso é uma reclamação, pelo contrário. O Senhor bem sabe como eu estou feliz por ter ganhado um emprego num lugar tão bacana, onde as pessoas confiam em mim e me atolam de “jobs” (olha, eu acho que elas confiam em mim, mas nunca se sabe. Talvez seja só aquele velho teste  “vamos ver quanta pressão ela aguenta”, né?). E ainda por cima, esse lugar que você me deu pra trabalhar, dá férias coletivas pra geral. É, eu estou de férias. Não é sensacional? E parece fazer mil anos que certa vez eu trabalhei no Coxinha Inc., mas isso não faz nem seis meses. Olha só como é a vida. E justamente por eu estar tão feliz, não vou pedir nada de presente nesse Natal. Prefiro que o Senhor presenteie alguém que esteja precisando mais que eu. Pode ser alguém que esteja muito doente, alguém que esteja desiludido no amor ou um pai de família atolado em dívidas. Também pode ser aquela pessoa que, como eu, precisava virar a mesa, pintar o cabelo de vermelho e comprar um vestido laranja fluorescente. Isso, presenteie quem esteja com déficit de coragem na vida. Só não vale agraciar os puxa sacos nem quem mente para os pais. Você sabe do que eu estou falando.

Ah, e antes que eu me esqueça, preciso agradecer por ele ainda estar aqui. Sério, o Senhor sabe o quão chata eu sou. No lugar dele eu estivesse, já teria vazado faz tempo. Mas acredita que ele ainda me abraça todas as noites pra dormir e me dá beijo de bom dia todos os dias? Eu acho isso importante. O amor é importante, porra!

Enfim, acho que é só. Temos um longo ano de 2010 pela frente. No próximo dezembro a gente se fala outra vez.

Beijosecuida!

19/12/2009

Tirando o pó

O irônico de se trabalhar com internet é que você não tem tempo pra ela. Quer dizer, você tem todo o tempo pra ela, mas não para escrever em blog, falar merda no twitter ou postar fotos no tumblr. A única coisa que ainda dá pra levar é o Farmville, o Café World e Miss Bimbo.Não estou reclamando, por óbvio. Estou onde eu escolhi estar e acho isso muito digno, mesmo que minha renda mensal seja 50% menos do que antes. Mas isso é detalhe. Sou uma jovem balzaca a beira dos 34 anos e ainda tenho muito feijão pra comer e muito dinheiro pra ganhar. Pela primeira vez na vida eu acho que posso ser bem sucedida em alguma coisa e não tem nada nessa puta dessa vida que pague a sensação.

Aí você, nobre leitor, se pergunta que raios de emprego é esse que eu tenho agora, já que passei boa parte desse blog xingando meus empregos, empregadores e que tais. Bom, isso você só vai descobrir quando eu tiver um pouco mais de tempo e não tiver uma pizza mezzo shimeji, mezzo presunto parma me esperando em cima da mesa. Eu quero contar como foi que abandonei a advocacia pra virar uma espécie de publicitária de várzea, embora eu não ache que seja publicidade várzea mesmo.  E também preciso fazer uma carta linda pra Papai Noel, pois esse ano ele foi muito generoso comigo. De modo que não me abandonem.

I´ll be back!

14/12/2009

Ai que dúvida

Não sei se conto sobre como deixei de ser advogada pra trabalhar numa agência, ou se eu faço um post barraco pra nossa amigue “Andrea”, que curte chamar os outros de invejosos e mau resolvidos, mas só se for anonimamente.

03/12/2009

Tantas emoções que nem sei

Muitas muitas coisas pra cuspir aqui, mas eu preciso de dois minutos de calma e um pouco menos de fazenda, hambúguer e Bimbo na minha vida, se é que você me entende. Por ora fica registrado que eu estava certa lá no começo do ano, quando disse no primeiro post de 2009 que esse ano seria um ano do caralho. E a mesa que antes estava virada, agora é mesa posta.

01/12/2009

A espera

Meu coração vai na garganta de cinco em cinco minutos, a barriga esfria e o frio na espinha. A ansiedade da espera que parece infinita, tiquetaqueia como o antigo cuco que minha avó tinha na parede da sala: tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque.  tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque.tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque.tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque. tique-taque…